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Sai Eduardo Pereira, entra Dudu, dono da camisa 7 do Palmeiras

Written by Aline Cristina | 4/abr/2017 0:02:00

Crédito foto: Facebook oficial do jogador

Eduardo Pereira Rodrigues vira Dudu quando entra em campo. Camisa 7, capitão com raça e dono do chapéu dentro e fora dos gramados. Mostra que tamanho não é documento. Com 1,67, já passou da fase da adolescência, mas chegou ao ápice do crescimento só agora!

Chegou para vestir o uniforme verde e branco driblando Corinthians e São Paulo ao ser conquistado por Alexandre Mattos e suas propostas. E não é que escolheu bem? O manto combinou com Dudu. De personalidade forte, teve que aprender a domar o temperamento difícil quando não falava a mesma língua do técnico Cuca e foi transferido para o banco de reservas após a conquista da Copa do Brasil em 2015.

Saiu de lá, ganhou a faixa de capitão e começou a despontar. A sintonia entre Dudu e Palmeiras ficou evidente. O jogador, que dizia não ser palmeirense antes de assinar contrato, passou a ser um dos torcedores mais fanáticos dentro de campo. O baixinho crescia em cada jogo, em cada disputa de bola, em cada chute pro gol, em cada comemoração.

Crédito foto: Getty Images

Não só crescia como continua crescendo. O uniforme de Dudu ganhou novas cores, além do verde combinando com o branco, passou a defender a do verde com o amarelo, a da Seleção Brasileira. Que orgulho! Alegria ver o seu gol no primeiro jogo em que foi convocado, Brasil x Colômbia. Prazer ao ver que o professor Tite lembrou dele quando Douglas Costas se machucou, e entre tantos, o baixinho ousado que foi escolhido.

Queremos ver o 1,67m virar 1,76m quando pisar no gramado. Queremos ver o Eduardo virar Dudu quando vestir a Amarelinha. Queremos ver que tamanho não é documento. Ver ele honrar a camisa verde e branca que lhe cai bem. Queremos ao final de cada jogo, agradece-lo por atuar com amor, por se doar e por fazer o seu máximo para que o bom resultado aconteça. Que não só os palmeirenses sejam fã do baixinho, mas que a nação brasileira possa aplaudi-lo como exemplo daquele que sofre, grita e faz a mudança acontecer dentro de campo. Vai que é sua, menino. Cresça e apareça, mostra para eles que dá para torcer de dentro dos gramados!

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