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"Seleção das eliminadas": 9 boas jogadoras que deixaram a Superliga

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Crédito foto: Divulgação / Facebook oficial Brasilia Vôlei

A Superliga Feminina avança às semifinais para as quais apenas Rio de Janeiro, Osasco, Praia e Minas se classificaram. Mas, não é por isso que devemos esquecer as atuações das jogadoras que se destacaram durante a fase classificatória e na disputa das quartas de final.

O Esportudo separou uma “Seleção das eliminadas”, que conta com nove boas jogadoras que deixaram a competição.

1. Lorenne – SESI

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Crédito foto: Divulgação / Facebook FIVB

Projetada para o voleibol de alto nível no time do Rexona, Lorenne já aparecia nas últimas competições como uma revelação. A jovem oposta teve sua primeira grande oportunidade de mostrar seu talento para o Brasil e o mundo pelo SESI e não decepcionou. Ainda tímida e pouco vibrante, Lorenne tem o braço pesado e uma média altíssima de pontuação por jogo. A oposta de 21 anos foi a maior pontuadora da fase classificatória.

2. Edinara – São Caetano

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Crédito foto: Divulgação / CBV

Apesar da temporada ruim do São Caetano, a jovem ponteira/oposta se destacou. Reserva no início da temporada e desconhecida do grande público, Edinara ocupou o lugar da jovem ponteira Paula Morh no returno. Impressionante no ataque e com pontuações memoráveis em algumas partidas, a ponteira encantou os amantes do esporte. A jovem de 21 anos foi inclusive protagonista de uma cena curiosa. No final da partida entre São Caetano e Rio de Janeiro, no returno, a ponteira Gabi, que ganhou o troféu viva vôlei, atravessou a quadra e o entregou para Edinara, que marcou 28 pontos na ocasião.

3. Vanessa Janke - Pinheiros

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Crédito foto: Divulgação / CBV

A ponteira de 25 anos e 1,85 mostrou nas duas últimas temporadas que veio para ficar. Na temporada passada, foi, junto com Helô, Ju Nogueira e Giovanna, uma das principais responsáveis pelo sucesso do Rio do Sul na competição. Esse ano ela compôs muito bem a equipe do Pinheiros. Boa no fundo de quadra, a jogadora é muito inteligente no ataque e bloqueia bem. Ela e a oposta Barbara foram as únicas titulares absolutas do Pinheiros na competição.

4. Lana – Pinheiros

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Crédito foto: Divulgação

Surpresa na reta final do torneio, a jovem ponteira ajudou o Pinheiros a equilibrar os jogos contra o Rio de Janeiro. Antes dos playoffs, a oposta Barbara havia falado da necessidade de ter uma jogadora que dividisse com ela a responsabilidade das bolas altas, já que as outras ponteiras, Maira e Vanessa são jogadoras de bolas rápidas. Lana supriu muito bem com essa necessidade e fez bem ao time.

5. Milka – Pinheiros

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Crédito foto: Divulgação / CBV

A pesar não ter feito grandes jogos nas quartas de final, e perdido a titularidade no último jogo da competição, Milka demonstrou todo o seu potencial nessa temporada. A central campeã mundial Sub23 de 1,90 e 22 anos, tem um alcance impressionante. Milka teve bons aproveitamentos no ataque e no bloqueio.

6. Juma – Bauru

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Crédito foto: Divulgação / FIVB

A levantadora campeã mundial Sub23 fez sua primeira temporada num time grande, ao lado de uma campeã olímpica e jogadoras estrangeiras, e se saiu muito bem. Muito objetiva na distribuição, a oposta Bruna e as centrais se destacaram durante toda a temporada. Além disso, pelas suas características, a levantadora sempre marca muitos pontos durante os jogos. Com bolas de segunda mortíferas, um saque muito flutuante e sempre bem postada no bloqueio (Rosamaria que o diga), Juma raramente sai de uma partida com menos de cinco pontos marcados.

7. Bruna – Concilig Bauru

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Crédito foto: Divulgação / Facebook oficial CBV

Com a chegada da campeã olímpica Mari no elenco do Bauru, muitos acreditavam que Bruna seria rapidamente substituída. A jogadora, no entanto, demonstrou um grande voleibol e é a mais regular do time. A oposta, baixa para o padrão, é exímia atacante e saca viagem com grande eficiência.

8. Amanda – Terracap Brasília

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Crédito foto: Divulgação / Facebook oficial Brasilia Vôlei

Coadjuvante durante dez anos na equipe do Rio de Janeiro, Amanda demonstrou que, além de possuir um fundo de quadra exemplar, não deixa a desejar no ataque: é a principal atacante do time, segundo as estatísticas da CBV, e tem sido muito bem utilizada pela levantadora Macris.

9. Macris – Terracap Brasília

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Crédito foto: Divulgação / Facebook oficial Brasilia Vôlei

Apesar de uma das promessas na posição, Macris foi eleita a melhor levantadora da Superliga nas últimas duas temporadas. Rápida e ousada, ela é peça fundamental para que o Brasília se mantenha com esse nível de jogo.

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Categorias: Vôlei, selecão, Superliga, Superliga Feminina, Jogadoras, deixaram, eliminadas, boas

Alexandre Muller

Escrito por Alexandre Muller

Carioca, ex-atleta de vôlei de praia CBV, atualmente jogando vôlei na liga universitária da França.

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