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Palmeiras: A temporada que nunca aconteceu

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Crédito foto: Getty Images

Em nove meses de temporada, o Palmeiras não conseguiu cumprir nenhum dos objetivos pré-estabelecidos por sua diretoria. A torcida já começa a mostrar insatisfação e a pressão começa a rondar o Palestra Itália.

Em janeiro de 2017, o clube anunciou sua renovação de contrato com seu patrocínio Master e trouxe os dois melhores jogadores da última edição da Copa Libertadores da América de 2016, Alejandro Guerra e Miguel Borja. O meio-campista era considerado o maestro do time. O atacante foi o melhor jogador da competição internacional e artilheiro do time no ano.

Depois de algumas semanas, desembarcam na academia Michel Bastos e o badalado Felipe Melo. Tudo isso para um objetivo: a conquista da Taça Libertadores. Mesmo com um elenco recheado de jogadores, alguns fatores culminaram para o fracasso do time nesse ano. O primeiro e um dos principais fatos foi a lesão do meia Moisés, um dos melhores jogadores de 2016 do elenco. Ele se machucou e desfalcou a equipe por seis meses, sem um substituto à altura, a equipe perdeu qualidade no meio de campo, no setor de criação de jogadas.

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Crédito foto: Getty Images

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Isso foi como um efeito dominó, depois Tchê Tchê desaprendeu como jogar bola, Borja deixou seu faro de gol na Colômbia e Felipe Melo era uma bomba relógio que todos nós sabíamos o desfecho. Tudo isso só piorou com a demissão precoce do técnico Eduardo Baptista e fez o time perder o pouco futebol apresentado. Cuca voltou para tentar colocar o elenco nos eixos, salvar o ano e conquistar o objetivo do clube.

O sonho acabou a um mês atrás. A bola do ano estava com um dos jogadores mais contestados do plantel: Egídio. Não deu outra: o objetivo da diretoria e de toda uma torcida terminou da maneira mais amarga que poderia existir. O ano para o Palmeiras terminou em agosto de 2017, assim como ocorreu em diversos outros clubes, por falta de planejamento. Cuca, assim como os outros técnicos, precisa se preocupar a construir um novo plano para 2017, um novo esquema tático, um novo jeito de jogar. O “Cucabol” é ultrapassado e esse ano ficou comprovado que nem sempre irá trazer bons resultados.

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Categorias: Futebol, Palmeiras, Futebol brasileiro, Temporada

Renan Malveira

Escrito por Renan Malveira

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