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O antes e depois de Leila Pereira: “O Palmeiras me tornou conhecida”

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Crédito foto: Mariana Pereira / Esportudo

Um dos maiores dramas para um time de primeira divisão é dormir aterrorizado pelo fantasma do rebaixamento. O Palmeiras já viveu esse sentimento algumas vezes, sendo rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro em 2002 e 2012 e na história mais recente, escapando por muito pouco em 2014 – quando terminou a competição na 16ª colocação, dois pontos acima do primeiro rebaixado.

Há três anos parecia impensável para o torcedor palmeirense os anos de glórias que estavam por vir – principalmente financeiramente. Até que, através da paixão de um desses torcedores, o jogo virou em 2015. Sabe quando a mãe vira para o filho que está chorando e diz: “Tá bom vai, pega de volta seu computador e pode jogar”? Então, isso aconteceu com o clube, mas em uma escala não sei quantas mil vezes maior.

Abalada por ver seu marido chorar com os sustos que seu time de coração lhe davam, a carioca simpática de 52 anos, Leila Pereira, decidiu as coisas com um único telefonema. “Olá, você pode me encaminhar para o departamento financeiro, por favor? Se ninguém quer pôr dinheiro aí, eu quero”.

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Crédito foto: Divulgação

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Quem ligava para o clube era a detentora da FAM, Faculdade das Américas, e presidente da Crefisa, empresa de crédito pessoal. No ano em que o Alviverde ensaiou novamente o rebaixamento, a instituição financeira de José Roberto Lamacchia, marido de Leila – eles se conheceram quando a ex-jornalista tinha 17 anos – era a 72ª maior anunciante do país (segundo ranking do Ibope), ultrapassando nomes como Honda e Samsung.

Era tudo o que o Palmeiras precisava. Já no primeiro ano de investimento, 2015, o Verdão foi campeão da Copa do Brasil e um ano depois, do Brasileirão. O casamento, como a própria mandatária nomeia a parceria, rendia bons frutos, tanto para o clube, como para os próprios negócios de Leila.

Em 2016, no auge da crise financeira do país, só a Crefisa aumentou seus lucros em 44%, ultrapassando 1 bilhão de reais – A FAM vem crescendo cerca de 30% ao ano desde que a parceria com o clube começou. Aliás, sobre a faculdade, Leila se sente orgulhosa, pois com o desconto de 30% nos cursos para aqueles que são sócios Avanti, até quem não é palmeirense está dando dinheiro para o clube em troca dos estudos.

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Na festa em comemoração aos 103 anos do Palmeiras – completados no último sábado, 26 – realizada em uma casa de shows da zona oeste de São Paulo, a poderosa executiva falou do seu amor ao clube e até onde quer chegar com esse Palmeiras. Garantiu que, como em um casamento, o vínculo será duradouro. “Eu quero conquistar tudo o que é possível junto com eles”, afirmou Leila.

A festa contou também com jogadores da década de 70, que foram homenageados. Chamada a “Segunda Academia”, o time de 72 fez história com uma temporada com 49 vitórias, 26 empates e apenas cinco derrotas, levando o Campeonato Paulista de forma invicta e o Brasileiro.

O contrato da Crefisa e da FAM com o clube se encerra em dezembro de 2018. São 78 milhões de reais por ano de patrocínio, e se depender de Leila, não há perspectivas de vínculo encerrado. “Não faço orçamento de quanto vou investir. É difícil falar não para o Palmeiras. E eu não saio enquanto não for campeão Mundial”. Comemorem, palmeirenses, porque a grana continua solta!

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Categorias: Futebol, Palmeiras, Futebol brasileiro, Aniversário, Leila Pereira, antes e depois

Mariana Pereira

Escrito por Mariana Pereira

Jornalista Esportiva - e fotógrafa nas horas livres - formada pela PUC-SP e pós graduada na área pelo Instituto de Pós Graduação - IPOG. Escreve para o Esportudo desde 2016 e se tornou Editora em fevereiro de 2017.

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