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2 momentos em que a festa da torcida fez a diferença em campo

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Crédito foto: Getty Images

Imagine você, entrando num estádio lotado, com todos gritando, te empurrando rumo ao título, rumo à vitória, o que você faria? É evidente que todo esse apoio só faz o jogador se motivar ainda mais, pois ele não está jogando apenas por si, mas por milhares de pessoas que esperam, dele, atleta, o máximo.

Grandes conquistas sempre passam pelas torcidas. Apoiando, empurrando do início ao fim de cada partida decisiva. No Brasil, mesmo tendo alguns torcedores que destoem dos demais, essa festa é bastante elogiada. O Esportudo separou dois grandes momentos em que a festa da arquibancada fez a diferença para que seus clubes pudessem se superar em campo e fazer de uma possível zoação, uma grande conquista.

Cruzeiro X São Paulo - Copa do Brasil - 2000

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Crédito foto: Divulgação / Site Oficial do clube

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09 de julho de 2000, era um domingo, com 85.841 vozes entoando o Mineirão. Após o empate por 0 a 0 no primeiro jogo, no Estádio do Morumbi, há quatro dias, Cruzeiro e São Paulo chegam ao grande momento, onde apenas uma torcida gritará “É Campão”, da Copa do Brasil. O Tricolor Paulista precisava de uma vitória ou um empate com gols para garantir a taça, já que a repetição do 0 a 0 levaria o jogo para os pênaltis, à Celeste só a vitória interessava.

Ao término do primeiro tempo, depois de um jogo morno, o 0 a 0 persistia. Quando Marcelinho Paraíba, aos 15 minutos da etapa final, marcava para os visitantes. Um silêncio ensurdecedor no Mineirão se estendeu ao gol tricolor, o que durou minutos. A massa cruzeirense logo volta a cantar, jogando o time rumo ao empate e a virada. Emprestado da Roma-ITA, o centroavante da Raposa, Fábio Junior, conseguiu o empate aos 35 minutos, o que enlouqueceu os torcedores. Foi quando, no apagar das luzes, aos 45 do segundo tempo, Geovanni faz o gol do título do Cruzeiro.

O show da arquibancada no Mineirão foi, sem dúvida alguma, um espetáculo à parte, o que ajudou a buscar fôlego em seus jogadores para conseguir a virada, em certo ponto impossível, pelas circunstâncias da partida. É até possível dizer que, se o jogo não tivesse sido nesse estádio, dificilmente o Cruzeiro conseguiria a virada, o que daria o título ao São Paulo.

Corinthians X Boca Juniors - Libertadores - 2012

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Crédito foto: Getty Images

São Paulo, 04 de julho de 2012. Era o dia... era o grande dia. O Corinthians tinha a chance de ganhar o único título que faltava em sua galeria... tinha a oportunidade de parar as gozações dos rivais. O Boca, segundo time que mais ganhou o torneio, podendo se igualar ao seu patriota, Independiente com sete títulos... esses foram os ingredientes que fizeram daquela quarta-feira tão inimaginável para os torcedores corintianos que lotaram o estádio do Pacaembu, e tão lamentável aos Xeneizes. 

No primeiro jogo, após o Boca abrir o placar com o zagueiro Roncaglia, o Corinthians, que pela primeira vez disputava uma final de Libertadores, conseguiu o empate. Tite, então técnico naquela oportunidade, sacou Danilo para colocar Romarinho que vinha de dois gols contra o maior rival do clube, Palmeiras, na vitória do Timão. E quis o destino, que Romarinho, o desconhecido Romarinho, marcasse o gol de empate.

Voltando àquela quarta-feira, o grande dia. A festa do Bando de Loucos foi um espetáculo à parte, as 37.959 vozes gritavam, apoiavam o Alvinegro do início ao fim, cada lance era vibrado, comemorado como se fosse o último. O primeiro tempo deixou a angústia do 0 a 0, mas no segundo, nenhum corintiano poderia imaginar o quão surreal aquela decisão seria. Com a bola rolando para a etapa final, o Boca, pressionado pelo torcida, sentiu. Quando aos 8 minutos, Emerson, "O Sheik", tirou o grito engasgado da Fiel. Não demorou muito para que o mundo pudesse escutar os gritos dos mais de 30 milhões de torcedores alvinegros. E o ápice daquela noite foi nos 27 minutos, quando – novamente Emerson -, fizera o segundo e decisivo gol.

A Libertadores veio da melhor maneira possível, de forma invicta e contundente. O sofrimento, a gozação que antes faziam dos corintianos motivo de chacota, deram lugar para a excitação múltipla, onde só um grito era possível ouvir, o de "Campão"!

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Categorias: Futebol, Cruzeiro, Corinthians, Futebol brasileiro, torcida, Copa do Brasil, Momentos, festa, campo, diferença, Cola Libertadores da América

Diego Santos

Escrito por Diego Santos

Diego Santos, estudante do sétimo semestre de jornalismo na FIAM FAAM. Com olhar bem crítico, fala sobre tudo. Sem medo de dar opinião forte.

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