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Falta de criatividade preocupa o Cruzeiro

 

 

Em uma partida com pouca inspiração, Cruzeiro empata novamente e começa a preocupar para o restante da competição.

Não foi dessa vez que o Cruzeiro conseguiu seus primeiros três pontos na competição. Diante de um adversário pouco conhecido pelos brasileiros, e que recentemente saiu de uma segunda divisão argentina, a equipe celeste pecou em criatividade e em remates a gol. O mesmo havia acontecido na partida contra o Universitário, mas o fato de ter jogado fora de casa, na altitude de Sucre, atenuou esses problemas.

 

O Cruzeiro começou a partida de hoje um pouco nervoso, com alguns chutões dos zagueiros buscando Damião e companhia. Porém, logo após o gol anulado, o time foi ganhando confiança e, aos poucos, se soltava em campo. Mayke, Marquinhos e Mena apareciam muito para atacar, dava opções no ataque, mas abusavam dos cruzamentos errados. No meio campo, Willian e Arrascaeta pouco acrescentavam e, no ataque, Damião fazia o que podia.

 

O principal lance do primeiro tempo partiu de um cruzamento de Mayke, que Henrique cabeceou, o goleiro argentino espalmou para o meio da área e, após um bate-rebate, Willian acabou desperdiçando.

 

No segundo tempo, o Cruzeiro insistia nos cruzamentos para área e não obtinha sucesso. Houve alguns disparos de média distância, tanto de Arrascaeta quanto de Judivan, mas também não acertaram o alvo. Damião também tentou, mas esbarrou na trave.

 

À medida que o tempo passava, mais exposto ficava o time celeste. A partir da segunda metade do segundo tempo, as aparições dos argentinos no último terço do campo se tornavam comuns e um pouco perigosas. Mas perigoso mesmo foi o lançamento do Alisson, que deixou Judivan na cara do gol, porém o chute saiu à esquerda da meta do Huracán.

 

Assim como no jogo passado, em Sucre, os zagueiros deixaram uma boa impressão, assim como Willians, que se encaixou bem no meio de campo, com um bom posicionamento e desarmes precisos. Novamente, o setor de criação deixou a desejar. O número de oportunidades claras de gol não encheram uma mão, e preocupa para o restante da competição. Está faltando o craque, o jogador das bolas paradas, o jogador que infiltra na área junto com o Damião para tentar o cabeceio.

 

Ao contrário dos jogos contra o Defensor, Cerro Porteño e San Lorenzo, em que os adversários impunham uma marcação apertada no próprio campo celeste e impedia a saída de bola com qualidade, na partida de hoje o Cruzeiro teve espaços, mas não soube aproveitá-los.

 

Restam mais duas semanas para Marcelo Oliveira consertar os erros antes da partida contra o Mineros, o último colocado do grupo, na Venezuela. E, para isso, terá um grande teste contra o Atlético, no próximo domingo.

Categorias: Cruzeiro, Libertadores Da América

Danilo Chagas

Escrito por Danilo Chagas

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