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É campeão! Mais uma corrida na F1 com a cara de Lewis Hamilton

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Crédito foto: Getty Images

Neste fim de semana a Fórmula 1 vai aos Estados Unidos. O torcedor ferrarista mais otimista sabe que só um milagre pode fazer Sebastian Vettel virar o jogo para manter alguma mínima chance no Campeonato Mundial de Pilotos. O Mundial de Construtores já foi. É da Mercedes. A última vez que o piloto campeão não era da equipe campeã foi em 2008, quando Lewis Hamilton, então na McLaren, faturou seu primeiro título. Acontece, mas é muito raro.

Quando?

20, 21 e 22 de outubro.

Onde?

Primeira economia do mundo com indicadores superlativos, os Estados Unidos são referência em tudo o que vivemos e entendemos como “ocidente”. É a maior potência mundial em qualquer critério que nos venha à cabeça, seja consumo, PIB, indústria cultural, ciência e tecnologia, presença militar, comércio. Pense em qualquer coisa, menos futebol com os pés, que os caras estão no topo.

Curiosamente a presença americana na Fórmula 1 nunca fez jus ao tamanho e à importância do país. Proporcionalmente foram poucos os pilotos na categoria. Os únicos campeões mundiais foram Phil Hill em 1961 e Mario Andretti em 1978. Na atual temporada não temos nenhuma equipe e nenhum piloto americano. Isso pode mudar. Desde o começo deste ano o “negócio” F1 está nas mãos de uma empresa dos Estados Unidos, a Liberty Media, e um dos objetivos da nova gestão é conquistar o público (e o mercado) de seu país.

A pista – Circuito das Américas

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Crédito foto: Divulgação

Localizado em Austin, capital do estado do Texas e, não por acaso, capital americana da indústria do petróleo, o Circuito das Américas começou a ser planejado em 2010 especialmente para receber a Fórmula 1. A primeira prova lá foi em 2012. Tem uma longa reta e 20 curvas numeradas (sem nome), algumas velozes, outras travadas, tudo distribuído em pouco mais de 5,5 km. Serão 56 voltas.

Vencedores

Se quisessem rebatizar o autódromo, Circuito Lewis Hamilton seria um bom nome. Das cinco provas disputadas lá, o inglês venceu quatro (2012, 2014, 2015 e 2016). Seriam todas, se o alemão Sebastian Vettel não tivesse vencido em 2013, ano que sua Red Bull ganhava tudo.

Pneus

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Crédito foto: Divulgação Pirelli

O circuito tem um miolinho encardido, com uma sequência de curvas em zigue-zague, que exigem muita aderência. Voltam então os pneus ultramacios (banda roxa), usados mais nos circuitos de rua. Para completar, teremos os pneus supermacios (banda vermelha) e os macios (banda amarela), fora os de chuva. Nunca é demais lembrar que, no seco, cada piloto tem que usar ao menos dois dos três conjuntos na corrida. O site Climatempo prevê chuva em Austin para o sábado e para o domingo.

Quanto custa?

Americano transforma tudo em mega evento. Só sobraram alguns poucos lugares super vips, de mais de 15 mil reais. O resto vendeu tudo faz tempo. O ingresso mais simples para os três dias numa arquibancada genérica saiu por aproximadamente 600 reais. Uma curiosidade; um lugarzinho para estacionar o carro perto do autódromo nos três dias custou 300 reais. O carinha comprava no mesmo site que vendeu os ingressos. Lotado também.

Acompanhe as transmissões

Fique esperto. O GP acontece na tarde do domingo e a Globo vai ficar no futebol, mandando aquele compacto depois do Fantástico para cumprir tabela. Como não rola na nave mãe, o SporTV transmite ao vivo a partir das 17h do domingo. No SporTV rolam ainda os treinos nas tardes de sexta e de sábado. No rádio, a BandNews transmitirá a prova com narração de Odinei Edson. 

Fique atento

Vamos combinar? Neste momento Lewis Hamilton está pilotando melhor que Sebastian Vettel e a Mercedes está melhor que a Ferrari. É mais possível que Valtteri Bottas da Mercedes passe Vettel e tome o vice-campeonato do que o alemão virar o jogo e conquistar o Mundial deste ano.

Desfeitas as ilusões, teremos então um Hamilton correndo numa pista que sempre mandou muito bem, com o regulamento colado no volante. Com tudo a favor, ele é o grande favorito para vencer mais uma corrida e abrir ainda mais sua vantagem na pontuação. Para melhorar, há previsão de chuva forte no domingo e o inglês é muito superior em pista molhada que os demais.

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Crédito foto: Getty Images

Sebastian Vettel e a Ferrari precisam de um milagre digno de San Gennaro. Correndo num carro pior e pressionado, Vettel tem que buscar uma concentração e um autocontrole que ainda não mostrou totalmente nessa temporada. O alemão perde a cabeça, faz besteira, é penalizado, reclama de montão azedando o clima da equipe. É um excelente piloto, mas só funciona quando tudo vai bem, como nos seus tempos de Red Bull, quando tinha um equipamento muito superior e ganhava tudo. Como nada vai bem, não funciona.

Sem nada a ver com isso aparece a Red Bull, que teve uma evolução consistente na segunda metade da temporada após trocar seus motores. Ricciardo faz um excelente campeonato e o instável Max Verstappen está reencontrando sua melhor pilotagem. Se não fizerem ou forem vítimas de lambanças numa largada molhada devem protagonizar os melhores momentos da prova.

Complicada a situação de Felipe Massa. Fazendo uma temporada muito fraquinha deve ficar de fora da categoria ano que vem. Tudo ainda é especulação na Williams, que testa pilotos na maior cara dura. Se o brasileiro não mostrar muito serviço vai dançar.

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Crédito foto: Getty Images

Difícil cobrir a Toro Rosso. Todo dia tem novidade. Daniil Kvyat estava “suspenso” e foi substituído pelo francês Pierre Gasly que ao menos não bateu, o que já é muito numa equipe acostumada a recolher destroços de seus carros pela pista após cada corrida. Nesse meio de caminho Jolyon Palmer foi demitido na Renault. Fez sua última prova no Japão e com sorte deve dirigir taxi em algum lugar. Num acordo entre os patrões o espanhol Carlos Sainz Jr. saiu da Toro Rosso e vai para o lugar de Palmer na Renault já nos Estados Unidos. Kvyat voltou então para a equipe. Agora é Gasly que sai. A Toro Rosso anunciou que o neozelandês Brendon Hartley vai ocupar seu lugar nesta corrida. Confuso é pouco.

Minha aposta?

Hamilton, Verstappen e Bottas.

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Veja como está a classificação do campeonato

Pilotos

1º Lewis Hamilton / GBR - Mercedes – 306 pontos
2º Sebastian Vettel / ALE - Ferrari – 247 pontos
3º Valtteri Bottas / FIN - Mercedes – 234 pontos
4º Daniel Ricciardo / AUS - Red Bull Racing – 192 pontos
5º Kimi Raikkonen / FIN - Ferrari – 148 pontos
6º Max Verstappen / HOL - Red Bull Racing – 111 pontos
7º Sergio Pérez / MEX - Force India – 82 pontos
8º Esteban Ocon / FRA - Force India – 65 pontos
9º Carlos Sainz Jr. / ESP – Toro Rosso – 48 pontos
10º Nico Hulkenberg / ALE - Renault

Equipes

1º Mercedes – 540 pontos
2º Ferrari – 395 pontos
3º Red Bull – 303 pontos
4º Force India – 147 pontos
5º Williams – 66 pontos
6º Toro Rosso – 52 pontos
7º Haas – 43 pontos
8º Renault – 42 pontos
9º McLaren – 23 pontos
10º Sauber – 5 pontos

Próximas corridas

29 de outubro: GP do México (Autódromo Hermanos Rodríguez)
12 de novembro: GP do Brasil (Autódromo José Carlos Pace)
26 de novembro: GP de Abu Dhabi (Yas Marina Circuit)

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Categorias: Fórmula 1, Lewis Hamilton, Felipe Massa, F1, Sebastian Vettel

Carlos Cinquegrana Jr

Escrito por Carlos Cinquegrana Jr

Sou formado em Publicidade e Propaganda e Rádio e Televisão e tenho mais de 25 anos de experiência nas áreas de planejamento comercial, marketing esportivo, marketing artístico, mídia e promoções. Atuei no desenvolvimento de projetos em grandes empresas como Rádio Bandeirantes, Band FM, Canal 21, Nativa FM, Sunshine Entertainment, Conteúdo Radiofônico e Rádio 2. Atualmente atuo como assessor autônomo em projetos especiais de marketing e de mídia.

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