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De coadjuvantes a protagonistas: 10 heróis improváveis do futebol

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Crédito foto: Getty Images

Sabe aquele jogador que você não gosta? Ou aquele que pouco aparece? Pois é, eles também decidem jogos e títulos importantes. Quer ver? O Esportudo preparou uma lista com dez heróis improváveis que de coadjuvantes passaram a ser protagonistas.

10. Jerzy Dudek – Liverpool

A final da Liga dos Campeões de 2005 em Istambul talvez foi um dos jogos mais épicos que este esporte nos presenteou. Após a equipe de Milão abrir 3 x 0 no primeiro tempo, o Liverpool foi buscar e empatou o jogo no segundo tempo. Na meta dos Reds, tinha um goleiro que não era dos mais confiáveis. O "irregular" Jerzy Dudek fechou o gol na prorrogação e ainda pegou o pênalti decisivo de Shevchenko, feito que garantiu o título para a equipe inglesa. Quem diria?!

9. Martin Palermo – Seleção Argentina

O atacante argentino sempre foi um goleador nato, maior artilheiro do Boca Juniors. Porém, Palermo não teve uma história tão longa e de tanto sucesso com a camisa da Seleção Argentina. Em 2009 o time comandado por Diego Maradona passava aperto para conquistar a classificação para a Copa do Mundo. Foi quando El Pibe convocou Martin Palermo, e o atacante fez um gol decisivo contra o Peru aos 47 minutos. O resultado praticamente selou a classificação dos argentinos para o Mundial da África. O jogador não era convocado desde o começo dos anos 2000 e não marcava desde 1999 pela equipe nacional. Foi o herói daquela partida!

8. Moraes - Santos

A final do Paulistão de 2007 contava com o São Caetano como surpresa daquela temporada. O Azulão enfrentava o Santos, atual campeão e havia vencido a primeira partida por 2 x 0. O Alvinegro praiano precisava repetir o placar. O elenco santista não era dos mais recheados de estrelas. E, então, coube a Moraes fazer o gol decisivo do título. Para se ter uma noção, o jogador marcou apenas quatro vezes em sua passagem pelo Santos e um deles foi o gol do título. Mais um herói improvável!

7. Ole Gunnar Solskjaer – Manchester United

No dia 26 de maio de 1999, Bayern de Munique e Manchester United jogavam a final da Champions League no Camp Nou, em Barcelona. A equipe alemã vencia por 1 x 0 até aos 46 do segundo tempo, quando Teddy Sheringham, que havia entrado durante a partida, empatou o jogo. Já poderíamos colocar o atacante britânico como o primeiro herói improvável, mas como esse jogo é um dos momentos mais épicos, ainda viria mais. Escanteio para os Red Devils aos 48 do segundo tempo, David Beckham cruzou, Sheringham (de novo ele) escorou e o atacante Noruêgues Solskjaer, que também havia vindo do banco, desviou e virou a partida!

6. Ronaldo Angelim– Flamengo

O Campeonato Brasileiro de 2009 foi, sem dúvidas, o mais emocionante da era dos pontos corridos. Afinal, na última rodada, quatro equipes ainda tinham chances de serem campeãs. Mas o líder era o Flamengo, que precisava de uma vitória contra o Grêmio. A equipe gaúcha abriu o placar com Roberson, e David Braz empatou o jogo.  Então, coube a Ronaldo Angelim fazer o gol decisivo aos 24 minutos do segundo tempo, gol esse que garantiu o título do Rubro Negro carioca. O zagueiro, questionado pela torcida, decidiu jogar no jogo mais importante daquele campeonato. Quem diria?!

5. Romarinho – Corinthians

O cenário era a temida La Bombonera, o contexto era uma final de Libertadores inédita. Corinthians x Boca Juniors duelavam pelo título em 2012, o time argentino saiu na frente com o zagueiro Roncaglia. Tite. então, resolveu colocar o recém chegado Romarinho, e após passe de Emerson Sheik, o jogador de 21 anos empatou o jogo aos 40 do segundo tempo. História de filme! OLHAAAAA O ROMARIIIIINHO!

4. Éder – Seleção de Portugal

Final da Eurocopa 2016, Stade de France lotado. França e Portugal chegavam para duelar pelo título. Com uma campanha mais consistente, o favoritismo dos franceses era visível. Portugal chegava para tentar endurecer o jogo, aos 24 do primeiro tempo, os lusos tiveram um duro revés. Cristiano Ronaldo sentiu uma lesão e teve que deixar a partida. A Seleção Portuguesa perdia sua grande estrela e referência. A França, por sua vez, tentava pressionar, mas o jogo seguia empatado. Quando chegou a prorrogação, coube ao atacante Éder, que era reserva do selecionado português, marcar aos 109 minutos e decidir o jogo. O jogador de pouca expressão internacional e sem grandes feitos na carreira até então, entrava para a história e fazia o gol mais importante da Seleção Portuguesa. Como não amar este esporte? 

3. Mineiro – São Paulo

Final do Mundial Interclubes 2005. O SPFC chegava para enfrentar o Liverpool, que havia vencido de forma espetacular a Champions League e estava a 11 jogos sem sofrer gols. O jogo foi complicado para o Tricolor do Morumbi, a pressão dos ingleses foi forte durante toda a partida. Contudo, aos 27 minutos a bola sobrou para Aloísio Chulapa, que acertou um lançamento espetacular de três dedos para o pequeno Mineiro. O volante dominou e bateu rasteiro na saída de Pepe Reina. Mineiro era um excelente jogador, mas nunca foi dos mais goleadores, quem esperava um gol do camisa 7 naquele jogo? Quase ninguém! Pois bem, ele decidiu e o São Paulo se sagrou Tricampeão do Mundo! 

2. Adriano Gabiru – Internacional

Talvez essa seja uma das histórias mais legais dos últimos tempos. O Internacional de Porto Alegre chegava para disputar seu primeiro mundial. Como adversário nada mais, nada menos, que o Barcelona de Ronaldinho Gaúcho, Eto’o, Xavi e Deco. Para apimentar a decisão, também tinha o fator de Ronaldinho ser ídolo do Grêmio, principal rival do Colorado.
Pelos lados do Inter tinha o herói Fernandão, o promissor Alexandre Pato, o meia Alex e o experiente Iarley. Mas adivinha quem decidiu? Nenhum deles! Quem resolveu a partida foi Adriano Gabiru. O meia contestado pela torcida gaúcha entrou aos 31 do segundo tempo e precisou de seis minutos para virar herói. Iarley fez bela jogada e tocou para ele, o jogador bateu na saída de Victor Valdés e estufou a rede. Histórico! Épico!

1. Belletti – Barcelona

Se existisse um troféu para heróis improváveis, o lateral Juliano Belletti com certeza seria o detentor. Vamos contextualizar! O  não vencia uma Champions desde 1992, no elenco estrelado tinha Ronaldinho, Eto’o, Iniesta, Giuly e Deco para tentar vencer a forte equipe do Arsenal. Mas coube a Belletti receber um passe de Larsson e finalizar sem ângulo por debaixo das pernas do goleiro Almunia. Pronto! A história estava escrita. Barça campeão da Europa e com gol decisivo de Belletti. Só para entendermos o tamanho desse feito, o lateral brasileiro não era titular, além de ser visto como um jogador irregular e que recebia muitas críticas. Mas quem decidiu foi ele. O título de maior herói improvável do futebol internacional (e nacional, né)!

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Categorias: Futebol, Santos, São Paulo, Corinthians, Flamengo, Futebol Internacional, Barcelona, seleção argentina, Manchester United, protagonistas, coadjuvantes

Felipe Picoli

Escrito por Felipe Picoli

Comunicador formado pela Universidade Estadual Paulista, 23 anos e apaixonado por futebol e games.

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